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Terrastories are audiovisual recordings of place-based storytelling. This application enables local communities to locate and map their oral storytelling traditions about places of significant meaning or value to them. Explore Terrastories allows you to access the maps of communities who have chosen to make a selection of their stories public.

Ohneganos (Canada)
Ohneganos Ohnegahdę:gyo is an Indigenous water research program for the Haudenosaunee community at the Six Nations Reserve of the Grand River.

Wayamu
Histórias orais dos povos indígenas do Território Wayamu.
coiab
A Coiab é o resultado do processo de luta política dos povos indígenas pelo reconhecimento e exercício de seus direitos, em um cenário de transformações sociais e políticas ocorridas no Brasil após a Constituição Federal de 1988.

Wayana (Suriname)
De Wayana zijn een inheemse gemeenschap waarvan het territorium in het zuidoosten van Suriname ligt.

Jingwei's Journey
“THE JINGWEI BIRD” is a mythical creature that appears in the "Shan-hai jing (The Classic of Mountains and Seas)," a Chinese classic text (third century BC to second century AD). The story of the Jingwei Bird involves Nüwa, a girl who is drowned and transformed into a bird, determined to fill up the sea one pebble at a time to protect others from perishing as she did. References to the Jingwei Bird can be found in the poetry carved by Chinese immigrants into the barrack walls of the Angel Island Immigration Station. The story captures the importance of perseverance, even against seemingly impossible odds, and reminds us of our vital connection to the planet.
“JINGWEI'S JOURNEY” explores history through poetry by The Last Hoisan Poets, in both English and Hoisan-wa, once the predominant dialect spoken in Chinatown's across North America and music curated by and performed by Del Sol Quartet.
Special thanks to Terrastories, for helping us to share our journey with you.

Tumucumaque (Brasil)
Os povos indígenas do Tumucumaque que relatam aqui a etnografia do seu Território, vivem na região imemorialmente é conhecida por Complexo Tumucumaque, constituída pelas Terras Indígenas Parque do Tumucumaque e Rio Paru d’Este. O Complexo Tumucumaque pode ser dividido entre lado Oeste (abrangendo a porção ocidental da TI Parque do Tumucumaque) e lado Leste (porção oriental da TI Parque do Tumucumaque e totalidade da TI Rio Paru d’Este). Essas terras indígenas estão situadas na região em que o Brasil faz fronteira com o Suriname e Guiana Francesa, sendo que sua maior parte se encontra no norte do Estado do Pará, mas também há uma faixa de terra no extremo noroeste do Estado do Amapá. Nessas terras encontra-se em maior número os povos reconhecidos como Tiriyó e Katxuyana, que atualmente somam cerca de 2.027 pessoas, distribuídas em 51 aldeias dispostas à oeste do complexo, às margens dos rios Paru de Oeste (Erepecuru) e seu tributário Marapi. Na porção oriental, às margens do rio Paru de d’Leste, estão 29 aldeias onde vivem em maior número os Wayana e Apalai (cerca de 1250 pessoas), e junto à eles, os Tiriyó, Akuriyó, Txikiyana e algumas famílias Wajãpi (falantes do tronco Tupi). Uma vez que as aldeias estão concentradas nas cabeceiras e altos cursos dos rios, a navegação a partir do rio Amazonas é, hoje em dia, inviável, fazendo assim o único meio de acesso à região é a via aérea. Para além, muitas dessas famílias possuem parentes do outro lado da fronteira, sobretudo no Suriname e Guiana Francesa, cujos caminhos imemorialmente trilhados atravessam diversos pontos da serra do Tumucumaque, ligando as famílias em periódicas visitas. Desta maneira, não é certo afirmar que estes povos estão isolados, considerando o intenso fluxo de pessoas entre as aldeias e estas com as cidades.
A etnografia permite entender as dinâmicas sociais, culturais e territoriais desses povos, constituindo um instrumento valioso para garantir a proteção e o respeito a seus direitos territoriais. A compreensão dos caminhos historicamente percorridos pelos povos indígenas e suas relações intertribais é fundamental para assegurar o acesso e a integridade desses territórios. Além disso, ressalta-se que esses povos não estão isolados, havendo intenso fluxo de pessoas entre as aldeias e destas com as cidades, o que reforça a relevância de compreender a etnografia para a segurança do Território Indígena.
**POVO(S)**
Ahpama, Ahpamano, Aipïpa, Akïyó, Akuriyó, Alakapai, Aparai, Arahasana, Aramaso, Aturai, Inkarïnyana, Kahyana, Kaiku, Apërën, Arimisana, Kukuyana, Maraso, Mawayana, Murumuruyó, Okomoyana Aramayana, Opakyana, Osenepohnomo, Wezamohkoto, Patakaiyana, Piayanakoto, Pïrëuyana, Pirixiyana, Pïropï, Sakëta, Tarëpisana, Tunapeky, Tunayana, Txikïyana, Upuruiyana, Waripi, Wayana, Werehpai, Wajãpi (do Cuc), Tupi Wajãpi (do Molokopote), Tupi
**LÍNGUA(S)**
Akuriyó, Aparai, Katxuyana, Tiriyó, Txikiyana, Wayana (tronco linguístico Karib), Wajãpi (Tupi)
**SITUAÇÃO JURÍDICA**
Homologada – Decreto s/n – 04/11/1997

Terrastories demo
Terrastories is a free and open-source application designed for communities to map, protect, and share place-based stories.

Biocultural monitoring demo
The GuardianConnector biocultural monitoring system is designed to strengthen Indigenous people's ability to:
1. Monitor in accordance with their own perspective of wellbeing.
2. Integrate information from many tech tools directly aligned with Indigenous peoples’ priorities.
3. Fully own, control, manage, and archive their data.
This is a Terrastories demo for the Biocultural Monitoring System with sample (made up) data produced by ChatGPT.